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Companhia Metropolitana de Habitação de São Paulo
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Polícia Militar propõe unidades em conjuntos residenciais que serão construídos pela PPP da Habitação Municipal

As companhias devem ser instaladas nas áreas de serviços e conveniência previstas nos projetos dos empreendimentos a serem construídos por meio de Parceria Público-Privada


Horário: 14:50 - Data: 07/02/18

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Presidente da Cohab-SP, Edson Aparecido, Reinaldo Iapequino e Alexsandro Peixe com os representantes da PM

 

A Polícia Militar de São Paulo poderá ter equipamentos de serviços nos novos empreendimentos da Companhia Metropolitana de Habitação de São Paulo (Cohab-SP), a serem construídos por meio da PPP (Parceria Público-Privada) da Habitação Municipal. Em reunião nesta terça-feira (6/2), o presidente da Cohab-SP, Edson Aparecido, ouviu dos representantes da PM paulista a proposta para a instalação de companhias em espaços de 600 m² nos novos conjuntos habitacionais. “A ideia é muito bem-vinda, até porque a PM tem interesse nas localidades onde ainda não está presente, o que garantirá mais segurança para os moradores na região dos novos empreendimentos”, afirma o presidente da Cohab-SP, Edson Aparecido.

A Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal da Habitação e da Cohab-SP, lançou, no dia 18 de janeiro, o primeiro programa de Parceria Público-Privada de Habitação do município, que prevê a construção de 34 mil novas moradias na capital em um período de seis anos. Serão investidos até R$ 7 bilhões com financiamento da iniciativa privada.

Os critérios de seleção e habilitação dos futuros moradores serão definidos pela Cohab-SP, que será o poder concedente da PPP. O cadastramento das famílias será uma prerrogativa exclusiva do município. Em uma primeira etapa, está previsto o uso de terrenos pertencentes ao município e à Cohab-SP, que permitirão a construção de 17 mil unidades.

Os conjuntos residenciais terão prazo de entrega e a meta é entregar 4 mil unidades habitacionais até 2020. As demais moradias serão distribuídas em entregas anuais até, no máximo, 6 anos.