A iniciativa representa o compromisso da Prefeitura em garantir moradia digna e segurança jurídica para quem mais precisa.
Ascom - 28/ 11/2025

A Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal de Habitação (SEHAB) e da Companhia Metropolitana de Habitação (COHAB), realizou nesta última quarta-feira (26/11), às 19h, a entrega de 177 títulos de regularização fundiária do Programa Escritura na Mão para moradores do núcleo Cidade Azul II, no distrito do Jabaquara, Zona Sul da capital.
O núcleo Cidade Azul II se formou no início da década de 1980, a partir de uma ocupação espontânea, instalada parcialmente em área pública da Prefeitura e parcialmente em terreno particular. Apesar da complexidade fundiária, não houve necessidade de intervenções urbanísticas por parte da SEHAB para viabilizar a conclusão do processo de regularização.
Com a entrega dos títulos, os moradores passam a ter documentação definitiva de propriedade, como Aldecir Lima Mota, “agora estou com documento na mão e posso fazer o que eu quiser na minha casa. E posso falar para qualquer pessoa: ninguém me tira de lá!”
Para o secretário municipal de Habitação, Sidney Cruz, o avanço da regularização por toda capital só é possível graças ao empenho contínuo das equipes técnicas da SEHAB. “A regularização fundiária transforma vidas. Para cada família que recebe seu título, encerramos um ciclo de insegurança e iniciamos uma nova etapa de dignidade e pertencimento. Este trabalho só acontece graças à dedicação contínua de toda equipe. Temos realizados mutirões semanais para que as análises e todo procedimento seja o mais humano, cuidadoso e ágil possível”.
Para Diogo Soares, diretor-presidente da COHAB-SP, a entrega dos títulos de regularização representa mais do que a entrega de documentos: “Hoje é a abertura de um novo capítulo na vida de cada uma das famílias que moram na Cidade Azul II. Tenho certeza de que vocês lutaram por muitos anos, cada um carregando a sua dor, para erguer, tijolo por tijolo, a própria casa. Lutaram, trabalharam, criaram seus filhos aqui. Suaram e nunca desistiram do sonho de ter a casa no próprio nome, e esse sonho, hoje, se torna realidade.”
Outra beneficiada foi Marcia Ramos dos Santos, que celebrou: “Morei na comunidade minha vida inteira, então isso é um sonho que minha mãe não realizou. A gente sonha com isso a vida inteira, agora tenho certeza que a casa é minha”.
