Chamamentos públicos preveem 6 mil unidades na Operação Urbana Faria Lima, 2 mil na Operação Urbana Água Branca e 1 mil moradias na região do Jardim Pantanal
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A Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal de Habitação (SEHAB) e da Companhia Metropolitana de Habitação de São Paulo (COHAB-SP), publicou três editais de chamamento público para a aquisição de 9 mil unidades habitacionais destinadas ao Programa Pode Entrar, a maior política habitacional da história da capital.
Os editais preveem a contratação de 6 mil moradias no perímetro da Operação Urbana Consorciada Faria Lima, 2 mil unidades na Operação Urbana Consorciada Água Branca e 1 mil unidades habitacionais na região do Jardim Pantanal, ampliando a oferta de habitação de interesse social em áreas estratégicas da cidade.
A iniciativa reforça o compromisso da gestão municipal em promover o acesso à moradia digna, integrada à cidade e próxima a infraestrutura urbana, transporte público, serviços e oportunidades de trabalho, além de contribuir para a redução do déficit habitacional.
As consultas públicas aos editais permanecem abertas dentro dos prazos estabelecidos em cada chamamento, permitindo o envio de contribuições, críticas e sugestões pelos canais oficiais da SEHAB e da COHAB-SP. Os editais completos e seus anexos estão disponíveis no portal da COHAB-SP (Clique aqui).
Segundo o secretário municipal de Habitação, Sidney Cruz, a publicação dos editais representa mais um avanço do Programa Pode Entrar.
“Esses chamamentos ampliam significativamente a produção habitacional em áreas consolidadas e bem localizadas da cidade. O Pode Entrar é um instrumento fundamental para garantir moradia digna, segurança jurídica e inclusão urbana para quem mais precisa”, afirmou.
Desde 2021, a Prefeitura de São Paulo já entregou cerca de 16.247 mil unidades habitacionais e mantém mais de 43 mil moradias em construção em diferentes regiões da capital, consolidando o Pode Entrar como referência nacional em política habitacional.
As contribuições recebidas durante o período de consulta pública serão analisadas pela SEHAB e pela COHAB-SP, com as respostas publicadas no Diário Oficial da Cidade de São Paulo.